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Sobre a revista

O curso de Artes Visuais, anteriormente denominado de Educação Artística e Artes Plásticas, existe deste de 1969, data do início da universidade em Uberlândia. Em 1978, esta torna-se uma instituição federalizada, quando é criada a Universidade Federal de Uberlândia - UFU. Ao longo desse período, diversas pessoas ingressaram neste curso e participaram ativamente com seus trabalhos artísticas e acadêmicos. Nós, docentes e discentes, temos visto uma produção extremamente rica que merecia ser divulgada para além dos espaços das salas, dos ateliês do curso e das exposições realizadas no Museu Universitário de Arte (MUnA). Surgiu, assim, o desejo de oferecer uma plataforma de difusão da produção interna dos discentes do curso, por isso, criamos a Revista 1i.

A 1i é uma revista feita por alunos do curso de graduação em Arte Visuais. Ela apresenta-se como um espaço de divulgação e reflexão sobre a produção que é realizada ao longo do período de formação dos discentes, seja no grau de bacharelado ou licenciatura. O nome 1i remete ao código que identifica o prédio onde estão situados os laboratórios e a coordenação do curso no campus Santa Mônica em Uberlândia, Minas Gerais. É neste bloco que a aventura de fazer e pensar o universo das artes visuais tem a maior parte de suas atividades desenvolvidas.

A revista tem publicação semestral. Os números do primeiro e segundo semestre configuram parte de um volume único, especificando volume e ano.


Edições mais lidas

v. 1 n. 2 (2023)

Nesta continuidade da revista tivemos o prazer de receber e realizar uma curadoria de artigos e propostas visuais de apenas artistas e pesquisadoras mulheres de nosso curso. A maioria por sua vez foi realizada na disciplina de Artes e feminismos, deste modo, convidamos a Profª. Clarissa Borges para realizar o texto de apresentação da revista. Portanto, na segunda unidade prestigiamos nós, as mulheres artistas, que ocupamos o espaço sobre a arte por meio de nossa forma de pensar, ver e pintar o mundo, sem nunca desistir de questionar e lutar pelo que acreditamos.  Rebecca Emília de Andrade Mioto, editora chefe. (Revista completa)

v. 3 n. 1 (2025)

Nesta edição, a hibridização entre texto e imagem se faz presente. Seja nos ensaios que articulam elementos visuais e poemas, seja nas análises de obras que unem escrita e experimentações gráficas, essa confluência amplia novas formas de criar, pensar e produzir conhecimentos e saberes, pois “Produzir arte hoje é operar com vetores de um campo ampliado. Um campo que se abre ao entrecruzamento das diversas áreas do conhecimento, num panorama transdisciplinar, sem prejuízo de sua autonomia e especificidade enquanto prática da visualidade”. Assim, abrimos a revista com o artigo de Clara Lima e Micaela Cavalcante, que nos transporta para a aula de Artes reinventada pela afetividade. As experiências relatadas como oficineiras mostram que a presença sensível do/a educador/a pode romper a rigidez das práticas tradicionais, criando espaços de aprendizagem mais humanizados e significativos, onde vínculos e trocas se sobrepõem à mera transmissão de conteúdos. Na sequência, Isabel Cristina Baú Or...

v. 2 n. 2 (2024)

Nesta edição da Revista 1i, apresentamos uma novidade: a adição da categoria narrativas como possibilidade de submissão. Entre as produções aceitas nessa nova categoria estão histórias em quadrinhos, contos, crônicas, poesia e prosa. Acerca das publicações presentes, reunimos temáticas e linguagens artísticas múltiplas, explorando diferentes níveis de profundidade conforme as preferências de seus autores. Esse número conta com 7 artigos, 7 ensaios visuais, 2 narrativas e 1 entrevista com a ex-aluna Maria Mars.  O artigo inicial, escrito por Assíria Leite Coelho e Bruno Póvoa Rodrigues, explora as obras de Umberto Eco, Obra Aberta e A Definição da Arte , destacando conceitos como a interpretação unívoca de Benedetto Croce e a formatividade de Luigi Pareyson. Eco propõe uma visão dinâmica e pluralista da arte, onde o significado evolui com o observador e os contextos sociais, culturais e históricos. Essa perspectiva desafia visões tradicionais, afirmando que o valor da arte reside e...